OUTRO BICHINHO EM CASA

Muita gente que já tem um animal de estimação sonha levar um segundo mascote para casa. Há caso que isso é perfeito para resolver o problema de solidão dos bichinhos, mas em outros pode deflagrar uma verdadeira guerra no lar.Segundo a veterinária Christianne Moll, especializada em comportamento animal é preciso primeiro analisar a situação para ver se os prós são mais
evidentes do que os contras e tomar precauções para que a convivência seja a mais pacífica possível.

ESPAÇO
A casa é grande o suficiente? lembre-se que a sensação de confinamento torna os animais depressivos e/ou agressivos.
Por isso, se não houver espaço bastante para que eles se movimentem bem e não fiquem entediados, esqueça.Sua disponibilidade de tempo para mais um filhote também conta.

 


ESPÉCIE
Se o segundo animal for da mesma espécie, é mais fácil.Mas trate de vaciná-lo e vermifugá-lo antes de levar para casa.
Dica essencial de Christianne: o cão filhote deve ser apresentado com o bumbum voltado para o focinho do mais velho, enquanto o dono
fala calmamente e deixa que os dois se cheiram e se identifiquem. Se o novo habitante for também adulto melhor que não seja do mesmo
sexo: apresente-os primeiro num passeio fora de casa , cada qual preso em sua guia. e só depois leve-os para casa.Quando os animais
são de espécie diferente, (cão e gato, por exemplo), é preciso monitorar mais: deixar juntos somente sob sua permissão.


ALIMENTAÇÃO
A hora da comida é sagrada, e o ideal é que eles comam em "mesas separadas":a natural curiosidade de um sobre a comida do outro pode gerar brigas.

que ele pode ter depois de ser atazanada horas a fio por um bebê que lhe morde as orelhas, quer brincar o tempo todo, não o deixa dormi..."O filhote às vezes corre gritando como se estivesse sendo devorado, mas raramente sai mais do que babado, ainda que o outro
se mostre muito descontente. Essa notação de hierarquia precisar ser construída" diz Christianne.

 


 

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